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QUANTAS VIDAS CABEM NUMA VIDA.

Quantas vidas cabem numa vida?

Quantas vezes se nasce e se morre num curto período de tempo?

Quantas vezes podemos mudar?



Estas foram as perguntas de 2023. As que me fiz a mim mesma. Vezes e vezes sem conta. Acompanharam-me ao longo de todo o ano.


Olhando para trás e ao contrário do que aconteceu noutros anos, janeiro de 2023 não me parece ontem. Antes, longínquo. Como que afastado por anos até mesmo. A sensação é a de que passaram anos dentro de um ano. E não foi porque custou a passar, muito pelo contrário.


2023 foi um ano de muito trabalho e de muito enraizamento. Um ano de escolhas conscientes. Um ano de desenho das sólidas bases do futuro.


2023 foi um ano de construção. E de tanta clareza. Sinto que dei passos firmes e seguros. Entre as escolhas, umas mais fáceis, outras mais complexas. Mas todas ponderadas e conscientes.


Hoje soubemos a palavra do ano: Professor. Logo a seguir, Médico e Inteligência Artificial.

E eu somo a estas congruência e autenticidade.


Em 2023 aceitei as mudanças. Integrei os desafios. Criei estrutura e ganhei a resiliência para o que está porvir. Mas, acima de tudo, 2023 foi um ano de grande verdade para mim. Assumi a minha verdade, respeitei a minha essência, ouvi o meu coração. E a jornada revelou-se extraordinária. Tanto que, como nunca, tenho a sensação de estar hoje muito mais perto de viver a minha missão. Com encanto, e responsabilidade.


Sinto-me pronta para honrar os desafios de 2023 e abrir espaço para um 2024 pulsante e maravilhoso. Tal como a natureza tão bem nos ensina, a vida também é feita de ciclos. Ciclos de evolução, revolução, morte e renascimento.

O que trago dentro valida esta sensação de empoderamento e torna a viagem ainda mais satisfatória.


Foi um feliz 2023. Que venha o maravilhoso 2024!

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